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1 / 17 Um cavalo de corpo transparente O cavalo é construído por código: pele lisa sobre os grandes músculos do ombro, tronco e garupa, com esqueleto interno. Começa em galope lento e para um instante com os quatro pés no ar. Corre no lugar enquanto o chão recua, mantendo o casco apoiado imóvel na areia. Escolha "Animais" acima para selecionar um dos 52 animais.
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01 Um cavalo de corpo transparente O cavalo é construído por código: pele lisa sobre os grandes músculos do ombro, tronco e garupa, com esqueleto interno. Começa em galope lento e para um instante com os quatro pés no ar. Corre no lugar enquanto o chão recua, mantendo o casco apoiado imóvel na areia. Escolha "Animais" acima para selecionar um dos 52 animais.
02 Passo: quatro tempos No passo, cada pé chega no seu tempo: traseiro esquerdo, dianteiro esquerdo, traseiro direito e dianteiro direito. Sempre há dois ou três pés no chão, como mostra o diagrama.
03 Trote: pares diagonais O trote tem dois tempos. Dianteiro esquerdo e traseiro direito chegam juntos, depois dianteiro direito e traseiro esquerdo. Entre os pares há um instante sem apoio.
04 Galope curto: três tempos Na mão direita chega primeiro o traseiro esquerdo, depois traseiro direito e dianteiro esquerdo juntos, por fim dianteiro direito. Depois há um intervalo com todos os pés no ar.
05 Galope: quatro tempos O galope divide em dois o tempo central do galope curto: o traseiro chega pouco antes do dianteiro diagonal. Escolha outro andamento acima para comparar os diagramas.
06 Os quatro pés no ar Aqui o galope ocorre a um décimo da velocidade real. A suspensão vem após o impulso do dianteiro condutor, com as pernas recolhidas sob o corpo, não esticadas. Mova "Posição na passada" para encontrá-la.
07 O joelho que é um punho Com "Visão interna", a pele some e o esqueleto aparece. O joelho dianteiro corresponde ao punho humano e o jarrete ao tornozelo. Abaixo há osso, tendão e casco, quase sem músculos.
08 O casco apoiado não desliza Com as pegadas ativadas, cada contato deixa uma marca. O casco fica nela até sair do chão, pois recua exatamente à velocidade do solo.
09 O cenário de Muybridge Em junho de 1878, Eadweard Muybridge fotografou os cavalos de Leland Stanford em Palo Alto diante de um fundo branco com linhas. As fotos resolveram a discussão sobre a suspensão.
10 O dromedário usa andadura Mude para o dromedário. As duas pernas de um lado avançam juntas, primeiro as esquerdas, depois as direitas, balançando o corpo. O estudo de Dagg de 1974 encontrou dromedários habitualmente em andadura e nunca trotando.
11 O elefante rápido mantém um apoio O passo rápido do elefante mantém a ordem da caminhada e não há intervalo sem apoio no diagrama. Elefantes medidos até 6,8 m/s, cerca de 24 km/h, faziam o mesmo.
12 A girafa galopa sem suspensão Girafas adultas filmadas por drone usavam galope rotatório entre 3,4 e 6,9 m/s, sem nunca terem os quatro pés no ar. Compare o diagrama ao galope do cavalo.
13 Duas suspensões por passada O galope do guepardo tem duas suspensões: pernas esticadas após o impulso traseiro e recolhidas após a saída dos dianteiros. Coleiras em guepardos selvagens registraram 25,9 m/s, cerca de 93 km/h.
14 Duas pernas: caminhada e corrida Uma pessoa caminha com um pé sempre apoiado e corre com duas suspensões curtas por passada. A mudança ocorre perto de 2 m/s. Ative "Pessoa de 1,75 m" para colocar uma pessoa de pé ao lado do animal como referência.
15 O tölt: um pé por vez O tölt islandês mantém a ordem do passo, mas é mais rápido, cerca de 2,9 a 4,7 m/s em um estudo, sem suspensão. Um ou dois pés ficam apoiados e o cavaleiro quase não salta. Há mais opções em "Raças e andamentos" sob a cena.
16 O hipopótamo só trota Hutchinson e Pringle mediram 169 passadas de 32 hipopótamos. Todas eram trote ou algo próximo; nas maiores velocidades, os quatro pés ficavam brevemente no ar.
17 Seis pernas: o tripé A formiga usa dois tripés alternados: dianteira e traseira de um lado com a central do outro, deixando três apoios. Ela aparece 20 vezes maior, e a reprodução mais lenta está selecionada porque as pernas reais são rápidas demais para acompanhar.
Corpo e músculos A pele recobre os grandes volumes musculares do ombro, tronco e garupa. A garupa é a parte traseira mais larga, pois as pernas traseiras impulsionam o cavalo. Pescoço e cabeça O pescoço longo e a cabeça pesada concentram uma grande parte do peso na frente. No modelo, movem-se com o tronco. Crina Pelos longos sobre a crista do pescoço e a franja entre as orelhas. Cauda Os pelos pendem de uma base óssea curta e balançam um pouco a cada passada. Músculos e tendões das pernas Os músculos ficam no alto. Abaixo do joelho dianteiro e do jarrete quase não há músculos, só osso e tendão, deixando a parte inferior leve e rápida. Coluna e ossos da cauda A coluna vai do crânio à cauda. As projeções altas acima dos ombros formam a cernelha, o ponto mais alto do dorso. Costelas Só há 13 pares desenhados, menos que no cavalo real. Pendem da coluna e sustentam o peso das vísceras entre as pernas. Escápula O cavalo não tem clavícula. Só os músculos prendem a escápula ao tronco, e ela desliza sobre as costelas quando a perna dianteira avança. Pelve Presa firmemente à coluna. O impulso traseiro chega ao corpo pela pelve, por isso os quartos traseiros são chamados de motor do cavalo. Parte alta da perna dianteira Úmero e rádio. O cotovelo entre eles aponta para trás. Parte alta da perna traseira Fêmur e tíbia. A soldra entre eles aponta para a frente e corresponde ao joelho humano. Joelho, jarrete e canela O joelho dianteiro do cavalo corresponde ao punho humano e o jarrete ao tornozelo. O osso longo da canela abaixo de cada um corresponde a um único osso da palma ou do meio do pé. Quartela e casco O cavalo se apoia na ponta de um único dedo, e o casco é sua unha. A faixa colorida de cada casco corresponde à linha daquela perna no diagrama de apoios. Cenário no estilo Muybridge Painéis brancos com linhas separadas por 21 polegadas (53 cm) e, junto ao chão, 4 polegadas (10 cm), como os instalados por Muybridge em Palo Alto em 1878. Recuam com o solo.